Mundo encantado das poesias
Somos como um grão de areia espalhado pelo o mundo, separados apenas pelo os nossos ideais
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Andarilho
Nesses passos lentos caminha ao relento
Renega se ao seu sofrimento como um andarilho
Lágrimas escorrem na sua face triste sem nada dizer.

Seguindo a diante não ver nenhum horizonte
Por não ter nenhum rumo que possa escolher.
Solitariamente exclui se do mundo
Sem ter mais sonhos a sua vida é sobreviver.

O que acalenta o seu coração
É ser o seu próprio companheiro da sua triste solidão
Vive cada dia sem ter alegria e nem recordações.
Entrega-se a sua própria sorte
Em cada passo caminha lado a lado com a morte.

Sem ter esperança na vida
Morre a cada dia como um retirante dentro si
E do seu próprio viver.
Hilton Rubens
Enviado por Hilton Rubens em 23/09/2018
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