Mundo encantado das poesias
Somos como um grão de areia espalhado pelo o mundo, separados apenas pelo os nossos ideais
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Na calada da noite.

Na calada da noite,
vem o rugir do vento.
Que sopra como um açoite,
os meus pensamentos.

No desvaneios desta vida,
sem aurora de um novo tempo
Se esconde na madrugada 
o meu choro contundente.

Que nessa estrada da vida,
se perde no cruzamento.
A solidão se desenha por,
esperar  um  novo tempo.

Descrevendo a devassa,
no quadro de uma pintura,
sem viver o momento.

De longe se avista,
uma luz reluzente.
Brilhante de esperança,
e sonhos de um novo amanhecer,
do hoje ou do amanhã.
Quem dera saber!

Que não seja tardia a espera,
do alvorecer por uma nova vida,
e de um novo tempo para se viver!


 
Hilton Rubens
Enviado por Hilton Rubens em 15/09/2020
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