Mundo encantado das poesias
Somos como um grão de areia espalhado pelo o mundo, separados apenas pelo os nossos sonhos e ideais
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No êxtase da solidão



No êxtase da solidão
A noite cai e com ela vem as recordações
O sono não vem, pego o violão

Tento compor uma nova canção
As horas vão se passando
O tempo vai me torturando
Tudo é invao, a saudade invade o coração

Abro a janela do quarto
Nada vejo, só devastação
As vezes fico pensando se sou feliz ou não

Tento esquecer e deixar tudo de lado
Fico preso a dor e ao meu mundo isolado

O tempo me cobra, renego o presente
O coração sente, fico sem reação
Estou condenado a viver no meu êxtase de solidão









 
 
Hilton Rubens
Enviado por Hilton Rubens em 04/09/2018
Alterado em 13/12/2018
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